sexta-feira, 8 de dezembro de 2006

A tal paz...

Partido está. Existiu? Não.

Arrasta a cadeira. Com ela as multidões. Diárias? Sim. Importantes? Não sei.
Confissões de quem não diz nada e nada quer dizer, porque o Nada diz tudo, pelo menos tudo o que não deve ser dito.
A cadeira, suja de desgosto, range as lágrimas na madeira vivida. Viveu muito - mede os dias pela intensidade da dor -, foram séculos que escorreram. Às vezes, sente a raiva querer romper as artérias, ferir a dor e ultrapassá-la - "mas eu não vou deixar, não"(como na música) - e aquieta-se.
A paciência ser-te-á recompensada pequena - diz Ela.
Não mereces viver - diz Ele.
Não mereces é viver como vives... - diz uma Ela ainda mais importante.
E eu? Quero paz.
SÓ...

4 comentários:

Miguel Nobre disse...

Fantasia...
:)

.
.
.

Anónimo disse...

deprimido,
por algo que passaste,
algo que sofri,
ou algo que erras-te?
Não!
Talvez nao saiba dar a mão;
a culpa deste pensamento,
só me deixa sem razão.
Fecho os olhos...
penso,
e já não me culpo,
afinal,
sou apenas eu,
Amo-te da mesma forma,
nada mudou,
e esse o futuro?
Nem se alterou.
Amo-te da forma e vejo-te com os olhos que sempre te olhei, és e continuarás a ser sempre a minha pequena.

AMO-TE

Anónimo disse...

*da mesma forma

Anónimo disse...

Pedro... profundo... conseguiste a esta hora, comover-me.
Joana... Gosto muito de ti