Não sei se consigo morrer e depois viver
Ante a possibilidade de não parar de respirar, nunca.
Pois que árvore dará o papel para a escrita consoladora
Se não tiver nos seus ramos mais que pesadas cinzas?
Continuarei a ver do alto, numa clarividência renegada,
O surgir da primeira pinga nascida do Nada
Acompanhar calada o seu trajecto confuso
E aceitá-la depois como lágrima minha?
Que Pierrô de olhar triste
Sente esse frio metálico percorrer-lhe o espectro moribundo?
Como é possível perder-me sem nunca me ter achado?
É urgente ouvirem-me cantar.
4 comentários:
confundi-me.
Beijo
para aprenderes a tocar viola..
eu posso te ajudar..
mas.. em primeiro de tudo..
tens de acreditar..
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Referia-me ao derradeiro canto do Cisne.
Mas aprender finalmente a tocar tambem ajudava xD
cruzadas...
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